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Inquérito aponta que carro em que bebê foi arremessado em capotamento estava praticando racha, em Londrina

Veículo estava a 149 km por hora, velocidade bastante superior à velocidade máxima permitida para a via, que é de 70km/h.
(Foto: PRF/ Divulgação)
(Foto: PRF/ Divulgação)

O motorista, de 19 anos, do veículo que capotou e resultou na morte de uma bebê de um ano em Londrina, no norte do Paraná, foi indiciado por prática de racha e pelas mortes da esposa e da filha.

O acidente foi na noite de domingo (10), em um trecho duplicado entre Londrina e Ibiporã. Condutor, o pai da criança, perdeu controle da direção e atingiu um poste às margens da BR-369.

A perícia realizada pelo Instituto de Criminalística apontou que o veículo estava acima da velocidade permitida na via e que, inicialmente, não havia indícios de prática do crime.

Segundo o chefe do instituto de criminalística, Luciano Bucharles, o automóvel estava 149 km por hora, uma velocidade bastante superior à velocidade máxima permitida para a via, que é de 70km/h.

“Houve uma remoção completa de um poste na rodovia, então ficou bem caracterizado o local da batida e no caso da velocidade foi possível calcular. A gente chegou num valor mínimo de 149 km/h, que é uma velocidade bem superior da permitida”, explicou.

Conforme Bucharles, havia cadeirinha para o bebê no veículo, mas há probabilidade de que estava mal instalada, ou a vítima não estava afivelada.

A mãe da criança, de 18 anos, morreu semanas após o acidente. O condutor, pai da criança, de 19 anos, teve ferimentos leves.

Ainda no laudo, apontou que os pneus do veículo estava em más condições de uso.

Com informações do G1

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