O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deixou, na manhã desta sexta-feira (27), o Hospital DF Star, em Brasília (DF), para iniciar a prisão domiciliar de 90 dias, determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Segundo a defesa de Bolsonaro, a tendência é que op ex-presidente volte ao hospital no final de abril para realizar uma nova cirurgia, dessa vez, no ombro direito.
O ex-presidente cumprirá a prisão humanitária domiciliar na residência dele em Brasília, sendo que os 90 dias dispostos por Moraes podem ser ampliados pelo ministro.
Brasil Caiado, médico cardiologista de Bolsonaro, apontou que o ex-presidente seguirá com o tratamento de pneumonia com sessões de fisioterapia motora e respiratória e programa de reabilitação cardiopulmonar.
Ainda de acordo com Caiado, Bolsonaro será monitorado por uma equipe médica pelas próximas 24 horas, como forma de avaliar a evolução do tratamento.
Vale lembrar que na determinação de Moraes, Bolsonaro não poderá deixar a residência em Brasília, com o monitoramento eletrônico sendo exclusivo para esse endereço. O ministro ainda precisará receber relatórios diários sobre as atividades do ex-presidente.
Bolsonaro ainda precisou estabelecer uma lista de pessoas que podem realizar visitas nas próximas semanas. Além de seis advogados, o filho mais velho do ex-presidente, o senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), consta no documento. Novos visitantes precisarão receber autorização de Moraes.
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