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Mandioca/Cepea: Média semanal é a maior desde fevereiro/24

Segundo pesquisadores do Cepea, os trabalhos seguem interrompidos em grande parte das lavouras de mandioca do Centro-Sul do País, por conta do agravamento da estiagem.
Foto: José Fernando Ogura/Arquivo AEN

Impulsionados pela baixa oferta, os preços da mandioca seguiram em alta na última semana, atingindo a maior média desde fevereiro deste ano. Entre 1º e 5 de julho, a tonelada da raiz posta fecularia foi cotada a R$ 466,29 (R$ 0,8109 por grama de amido) – valor médio nominal a prazo –, aumento de 4,8% em relação ao período anterior, mas ainda 34,9% abaixo do intervalo equivalente do ano passado, em termos reais (deflacionamento pelo IGP-DI).

Segundo pesquisadores do Cepea, os trabalhos seguem interrompidos em grande parte das lavouras de mandioca do Centro-Sul do País, por conta do agravamento da estiagem. Além do clima, tem se notado também uma maior retração de alguns produtores, agora em razão de expectativas altistas. Assim, na maioria das regiões acompanhadas pelo Cepea, a indústria de fécula vem tendo dificuldades para manter os volumes de esmagamento, mesmo se abastecendo em praças mais distantes.

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