A queda nos preços do milho, verificada até o encerramento de janeiro em praticamente todas as regiões acompanhadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), foi interrompida em praças onde produtores resistem à venda por valores menores. A desvalorização do cereal também está limitada por conta do início da colheita de soja e a consequente diminuição de fretes para o milho.
Na sexta-feira (6/2), o indicador do milho do Cepea, baseado em Campinas (SP), registrou a cotação de R$ 66,78 para a saca de 60 quilos, uma alta de 1,03% no acumulado de fevereiro.
Do lado da demanda, pesquisadores do Cepea indicam que a maioria dos compradores está afastada, no aguardo de maior oferta diante dos trabalhos de campo e, consequentemente, da possibilidade de adquirir novos lotes a preços menores.
No mercado externo, em janeiro, as exportações de milho totalizaram 4,24 milhões de toneladas, 18% acima das do mesmo período de 2025, segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex). No acumulado da temporada 2024/25 (de fevereiro de 2025 a janeiro de 2026), os embarques somam 41,62 milhões de toneladas, 8% acima do exportado no mesmo período de 2023/24.






