
Exportações de carne suína do Brasil crescem em volume, mas caem em receita
Esse volume representa um aumento de 7,8% em relação ao mesmo mês do ano passado, quando foram exportadas 104,5 mil toneladas.
Esse volume representa um aumento de 7,8% em relação ao mesmo mês do ano passado, quando foram exportadas 104,5 mil toneladas.
Em setembro de 2023, foram autorizadas as exportações de bovinos vivos para os membros da UEEA.
Antes das chuvas, IBGE estimava crescimento de 46% na safra de graõs.
A captação de leite está sendo retomada no Rio Grande do Sul, segundo Darlan Palharini.
Após atingir o maior patamar em três meses, o mercado esboçou uma queda, mas redução foi amenizada pelas preocupações com o estado gaúcho.
No comparativo com o mesmo período do ano passado (abril/23), porém, observa-se melhora na situação dos avicultores.
Em abril, os Indicadores ESALQ/BM&FBovespa – Paranaguá e CEPEA/ESALQ – Paraná atingiram as maiores médias do ano, em termos reais.
Com a redução no esmagamento, a ociosidade voltou a subir para 51% da capacidade instalada na média semanal.
De acordo com pesquisadores do Cepea, produtores seguem voltados ao desenvolvimento da segunda safra e à colheita da safra verão, postergando a comercialização do cereal.
A compreensão da microbiota auxilia na identificação de doenças, a aprimorar a produção de carne e no manejo de suínos.
Esse volume representa um aumento de 7,8% em relação ao mesmo mês do ano passado, quando foram exportadas 104,5 mil toneladas.
Em setembro de 2023, foram autorizadas as exportações de bovinos vivos para os membros da UEEA.
Antes das chuvas, IBGE estimava crescimento de 46% na safra de graõs.
A captação de leite está sendo retomada no Rio Grande do Sul, segundo Darlan Palharini.
Após atingir o maior patamar em três meses, o mercado esboçou uma queda, mas redução foi amenizada pelas preocupações com o estado gaúcho.
No comparativo com o mesmo período do ano passado (abril/23), porém, observa-se melhora na situação dos avicultores.
Em abril, os Indicadores ESALQ/BM&FBovespa – Paranaguá e CEPEA/ESALQ – Paraná atingiram as maiores médias do ano, em termos reais.
Com a redução no esmagamento, a ociosidade voltou a subir para 51% da capacidade instalada na média semanal.
De acordo com pesquisadores do Cepea, produtores seguem voltados ao desenvolvimento da segunda safra e à colheita da safra verão, postergando a comercialização do cereal.
A compreensão da microbiota auxilia na identificação de doenças, a aprimorar a produção de carne e no manejo de suínos.