
Estiagem preocupa regiões do Brasil e pode piorar com chegada do La Niña
A preocupação das autoridades é que esse cenário possa se intensificar com a chegada do fenômeno climático La Niña no segundo semestre de 2024.
A preocupação das autoridades é que esse cenário possa se intensificar com a chegada do fenômeno climático La Niña no segundo semestre de 2024.
A previsão é do INPE, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais.
Novo alerta do Inmet é válido até meio-dia desta terça-feira.
Inmet publicou aviso de chuva que pode atingir entre 30 e 60 mm/h e ventos entre 60 e 100 km/h.
Há risco de corte de energia, alagamentos e descargas elétricas.
Fenômeno, tradicionalmente, reduz chuva no Sul e aumenta no Norte.
Primeiro levantamento de intenção de plantio de trigo, realizado pela Safras & Mercado, indica que a área será reduzida em 12,3% no país.
Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro devem ser os estados mais afetados.
O Inmet também prevê uma nova onda de tempestades no Sul do País, especialmente no Rio Grande do Sul, até a próxima quarta-feira (20).
O Cemaden destaca os impactos da La Niña nas regiões produtivas do Brasil. Enquanto o Norte e Nordeste registram chuvas acima da média, o Centro-Oeste e Sul enfrentam períodos de seca.
A preocupação das autoridades é que esse cenário possa se intensificar com a chegada do fenômeno climático La Niña no segundo semestre de 2024.
A previsão é do INPE, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais.
Novo alerta do Inmet é válido até meio-dia desta terça-feira.
Inmet publicou aviso de chuva que pode atingir entre 30 e 60 mm/h e ventos entre 60 e 100 km/h.
Há risco de corte de energia, alagamentos e descargas elétricas.
Fenômeno, tradicionalmente, reduz chuva no Sul e aumenta no Norte.
Primeiro levantamento de intenção de plantio de trigo, realizado pela Safras & Mercado, indica que a área será reduzida em 12,3% no país.
Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro devem ser os estados mais afetados.
O Inmet também prevê uma nova onda de tempestades no Sul do País, especialmente no Rio Grande do Sul, até a próxima quarta-feira (20).
O Cemaden destaca os impactos da La Niña nas regiões produtivas do Brasil. Enquanto o Norte e Nordeste registram chuvas acima da média, o Centro-Oeste e Sul enfrentam períodos de seca.