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Três estados brasileiros já registram casos de ferrugem na soja

Ao todo, seis casos da doença da soja foram reportados. Em igual período da safra passada, apenas dois casos haviam sido notificados.
Foto: Rafael Soares

Considerada a doença mais severa da cultura da soja, a ferrugem-asiática (Phakopsora pachyrhizi) pode causar perdas de até 90% de produtividade.

Dados da FMC mostram que, em situações de alta severidade, os prejuízos ultrapassam R$ 6 mil por hectare, considerando uma produtividade de 65 sacas de soja/ha com valor de R$ 120 cada.

A safra 2023/24 tem sido palco de problemas climáticos severos. De acordo com o pesquisador da Embrapa Soja, José Renato Bouças Farias, anos com tempos mais secos tendem a reduzir os problemas com a doença.

Contudo, até esta quarta-feira (22), seis casos já foram reportados, conforme o Consórcio Antiferrugem. Em igual período do ano passado, apenas duas ocorrências haviam sido notificadas.

Por enquanto, os focos se concentram em São Paulo, Tocantins e no Paraná nos seguintes municípios:

  • Mamborê (PR)
  • Ubiratã (PR)
  • Itapetininga (SP)
  • Paranapanema (SP)
  • Formoso do Araguaia (TO)
  • Lagoa da Confusão (TO)

Somando os casos de ferrugem em soja voluntária, o número sobe para 36. Ao longo de toda a safra 2022/23, foram reportados oficialmente 295 ocorrências da doença.

Com informações do Canal Rural

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