
O segundo turno das eleições presidenciais está marcado para o dia 25 de outubro.
Considerados conjuntamente, União Brasil e PP, que formam uma federação, elegeram 86 deputados nas eleições deste ano. Em 2022, os dois partidos haviam elegido, somados, 106 parlamentares — 59 pelo União e 47 pelo PP.
Na comparação entre as duas eleições, são 20 cadeiras a menos, uma redução de 18,9%.
Também nesta terça, o ex-candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) também declarou que vai apoiar o candidato Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno.
Flávio foi a Goiás se reunir com Caiado nesta terça. Após o encontro, o ex-candidato falou sobre sua amizade e relação com o ex-presidente Jair Bolsonaro antes de declarar seu apoio ao senador. O ex-governador destacou que o apoio seria o desejo do ex-presidente.
"Goiás vai dar a maior vitória ao Flávio Bolsonaro nessa eleição. A mobilização vai ser em tempo integral", disse Ronaldo Caiado.
O ex-governador de Goiás foi o quinto colocado na disputa à Presidência, com 2.605.148 votos. O candidato teve 2,18% dos votos válidos.
Flávio também recebeu apoio do ex-candidato do Novo, Romeu Zema. Nesta segunda-feira (5), Zema afirmou que não iria se omitir e declarou voto a Flávio Bolsonaro.
"Eu não vou me omitir nem ficar em cima do muro nesse momento tão importante. Voto contra o PT. Voto no Flávio Bolsonaro. O Brasil não aguenta mais 4 anos de Lula, nem mais 4 ministros nomeados pelo Lula. Estamos juntos no dia 25, conto com você", afirmou.
Zema foi o sexto colocado na disputa à Presidência e recebeu 326.488 votos. O candidato do Novo obteve 0,27% dos votos válidos, de acordo com o Tribunal Superior Eleitoral.
Augusto Cury (Avante) e Renan Santos (Missão) ficaram nas terceira e quarta posições, respectivamente. Os dois já disseram que não vão apoiar nem Flávio nem Lula.