
A disputa presidencial segue com Flávio Bolsonaro à frente de Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno, segundo levantamento da Gerp Mercadologia divulgado pelo Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC nesta terça-feira (20). Flávio aparece com 53% dos votos válidos, contra 47% de Lula.
Em votos totais, Flávio registra 50% das intenções de voto, enquanto Lula soma 45%. Outros 2% afirmam que não escolheriam nenhum dos dois candidatos, e 3% não sabem ou não responderam.
O levantamento ouviu 2.400 pessoas entre quinta-feira (15) e segunda-feira (19), utilizando uma média móvel de três dias. A margem de erro informada é de dois pontos percentuais.
Voto espontâneo
Na modalidade espontânea, em que os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Flávio Bolsonaro registra 49%, enquanto Lula aparece com 43%. Outros 7% não sabem em quem votar, e 1% mencionou outras respostas.
Desde o início da série de medições, em 8 de outubro, Flávio avançou de 46% para 49% nesse indicador. Lula passou de 41% para 43%.
Rejeição dos candidatos
A rejeição de Flávio Bolsonaro é de 46%, enquanto a de Lula chega a 49%. Os índices permaneceram estáveis no período analisado.
Segundo o levantamento, 98% dos eleitores de Flávio e 97% dos eleitores de Lula afirmam estar totalmente decididos sobre o voto. O grupo de eleitores que ainda pode mudar de escolha representa 7% do total.
Propaganda eleitoral
A propaganda eleitoral gratuita na televisão alcança 56% dos entrevistados, três pontos percentuais acima do levantamento anterior. Outros 41% afirmam não acompanhar a propaganda.
Entre os entrevistados que assistem aos programas eleitorais, 47% consideram a campanha de Flávio a melhor, enquanto 46% apontam a de Lula.
Quem deve vencer a eleição?
Na avaliação dos entrevistados sobre o resultado da disputa, 57% acreditam que Flávio Bolsonaro vencerá o segundo turno, enquanto 37% apostam na vitória de Lula.
Na avaliação sobre quem está mais preparado para governar, Lula aparece com 46%, e Flávio, com 45%.
Segurança pública preocupa eleitores indecisos
Entre os eleitores que ainda podem mudar de voto, a segurança pública é o tema mais citado, com 42% das menções. Na sequência aparecem a falta de hospitais e postos de saúde, com 23%, e a falta de médicos e profissionais da saúde, com 16%.
Também foram citados problemas na educação, com 15%, e o custo de vida elevado, com 14%.