O policial militar do Paraná preso por suspeita de estuprar e manter a prima em cárcere privado, em Goiás, está afastado das atividades na corporação desde o ano passado. A informação foi confirmada pela Polícia Militar do Paraná (PMPR).
O cabo João Ricardo Pinheiro de Araújo, de 42 anos, foi preso na segunda-feira (2), em Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital goiana. Segundo a PMPR, ele é lotado na região oeste do estado, mas está afastado das funções desde 2025. João Ricardo é natural de Foz do Iguaçu e, segundo o Portal da Transparência, atuava na cidade.
Em nota, a Polícia Militar informou que acompanha o caso e que adotará as medidas administrativas cabíveis, conforme a legislação, garantindo o direito à ampla defesa e ao contraditório.
Relembre o caso
O caso aconteceu no Residencial Alvaluz, em Aparecida de Goiânia. De acordo com a reportagem da TV Anhanguera, o policial veio para Goiás para realizar exames médicos no braço.
Nesse período, ele manteve a prima trancada em casa por 20 dias. Além de mantê-la em cárcere privado e forçar relações sexuais, o suspeito a espancava, a ameaçava e não a deixava usar o celular.
A mulher só conseguiu fugir porque, no domingo (1º), pediu ao primo para comprar pão de queijo. Ele não quis ir e deixou ela ir, mas sem o celular. A mulher foi à casa do filho dela pediu ajuda e chamou a polícia.





