
Homem mata companheira e ex com golpes de espada em Goiás
Ex-namorada do feminicida chegou a ser socorrida, mas morreu no hospital.
Ex-namorada do feminicida chegou a ser socorrida, mas morreu no hospital.
A neurologista sequestrou uma bebê que nasceu de cesárea e tinha apenas três horas de vida.
Paulo Antônio Eruelinton Bianchini é suspeito de matar a mulher e registrar como desaparecimento. Ele se entregou e foi preso.
Dayara Talissa Fernandes da Cruz, de 21 anos, sumiu em março em Orizona (GO), quando estava em fazenda com o companheiro, que foi preso como principal suspeito do crime.
Crime foi motivado pelo ciúmes da mulher, que desconfiava de uma traição e quis se vingar da vítima, que sofreu queimaduras graves.
O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que trabalha para identificar os autores e a motivação do crime.
Conselho Tutelar participou da prisão e garantiu o resgate da vítima e de outra criança, também filha da suspeita.
Havia três pessoas em um carro e cinco no outro. Moradores disseram à polícia que um dos veículos invadiu contramão.
Carro funcionou normalmente porque tinha dentro uma chave presencial, sensor que o destrava.
Quando os militares chegaram na residência, retiraram a cobra e levaram para um local afastado da cidade.
Ex-namorada do feminicida chegou a ser socorrida, mas morreu no hospital.
A neurologista sequestrou uma bebê que nasceu de cesárea e tinha apenas três horas de vida.
Paulo Antônio Eruelinton Bianchini é suspeito de matar a mulher e registrar como desaparecimento. Ele se entregou e foi preso.
Dayara Talissa Fernandes da Cruz, de 21 anos, sumiu em março em Orizona (GO), quando estava em fazenda com o companheiro, que foi preso como principal suspeito do crime.
Crime foi motivado pelo ciúmes da mulher, que desconfiava de uma traição e quis se vingar da vítima, que sofreu queimaduras graves.
O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que trabalha para identificar os autores e a motivação do crime.
Conselho Tutelar participou da prisão e garantiu o resgate da vítima e de outra criança, também filha da suspeita.
Havia três pessoas em um carro e cinco no outro. Moradores disseram à polícia que um dos veículos invadiu contramão.
Carro funcionou normalmente porque tinha dentro uma chave presencial, sensor que o destrava.
Quando os militares chegaram na residência, retiraram a cobra e levaram para um local afastado da cidade.